A excessiva curvatura de coluna dos senadores Mário Couto e Flexa Ribeiro a Demóstenes Torres

Dois assuntos: a incondicional reverência dos senadores tucanos do Pará ao senador Demóstenes Torres e também o vexame do ex-presidente do STF, Peluzo, antes de deixar oTribunal.

Confira:

 1. A CPI do Cachoeira vai sair e vai investigar tudo e todos. E um comentarista ativo, entra no blog e posta um exemplo do vergamento de coluna que os senadores paraenses tucanos Mário Couto e Flexa Ribeiro fazem ao senador Demóstenes Torres, um dos alvos da CPI do Cachoeira. O comentário está no post Mário Couto perde mais uma chance de ficar calado:

Deputado Bordalo, seguem os pronunciamentos de alguns aliados/irmãos siameses do senador amendoim:

Blog do Bordalo Mario Couto e Flexa Ribeiro
Mário Couto e Flexa Ribeiro: excessiva curvatura de coluna e reverência ao senador Demóstenes Torres, que vai ser também invetsigado na CPI do Cachoeira.

 Mário
Couto (PSDB-PA)
– “Quero pedir licença ao nobre presidente para
apartear o nobre Senador Demóstenes Torres de pé. […] Quem dera,
senador Demóstenes Torres, todos os políticos fossem iguais a Vossa
Excelência!”

Flexa Ribeiro (PSDB-PA) – “O que nós vimos aqui […],
de reconhecimento pelo seu trabalho e pela sua conduta, é suficiente
para que a nação brasileira o tenha como uma das reservas morais do
nosso país.”

Aécio Neves (PSDB-MG) – “Vossa Excelência é um homem
digno, sempre agiu dessa forma em todos os cargos públicos que ocupou. E
digo mais, Vossa Excelência, senador Demóstenes, é dos mais preparados e
destemidos homens públicos deste país. E, por isso mesmo, dos mais
respeitados.”

Cyro Miranda (PSDB-GO) – “Conheço a sua probidade como
promotor, como secretário da Justiça, quando ficou conhecido como ‘o
grande justiceiro’, sempre aliado à lei. Melhor do que ser seu colega é
ser seu amigo. Obrigado.”

Álvaro Dias (PSDB-PR) – “Queremos
manifestar, em nome do PSDB, nossa confiança absoluta em Vossa
Excelência, nossa crença no seu comportamento e dizer, sobretudo, da
importância de Vossa Excelência para o país na oposição.
Somos limitados
numericamente na oposição e sua presença tem oferecido grandeza à
tarefa de se opor. Infeliz do país que não tem uma oposição responsável e
competente.”

Com todos essas “VIRTUDES” e “ADJETIVOS” enaltecidos
pelos seus AMIGOS, conclui-se que existem muitos demônios travestidos de
políticos, isto é, quando se olham no espelho reflete a cara do
demóstenes/o JUSTICEIRO.

Ká,ká,ká………

==
2. Aproveito para parabenizar o ministro Ayres Brito, que assumiu hoje a presidência do STF- Supremo Tribunal Federal. E deixo aqui o artigo da Carta Capital mostrando o comportamento vexatório do ministro Peluzo, que até ontem presidiu o STF e, na saída, atacou a presidenta Dilma e o colega dele, ministro Barbosa.

Judiciário em pé de guerra
 Barraco Supremo

Parecia que tudo terminaria em relativa tranquilidade. Até que, no começo da semana, às vésperas de deixar a presidência do Supremo Tribunal Federal, o ministro Cezar Peluso decidiu dar uma entrevista em tom de desabafo ao site Consultor Jurídico.

Foi como escancarar a caixa de pandora, de onde saíram cobras, lagartos, ofensas e ressentimentos.

Sobrou pra todo mundo: para a presidenta Dilma Rousseff, que “descumpriu” a Constituição ao não incluir reajustes do Judiciário na proposta orçamentária; a colegas que supostamente analisam temas de acordo com a opinião pública; à corregedora do CNJ, Eliana Calmon, que teria pretensões políticas, midiáticas e “não apresentou resultado concreto algum”; e até para o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que “complicou” a aprovação do projeto que previa o cumprimento de decisões judiciais antes do trânsito em julgado.

Mas os comentários mais ácidos foram direcionados ao colega do STF Joaquim Barbosa, relator do chamado “mensalão” e futuro presidente da corte.

Ao se referir às antigas dores nas costas do ministro, Peluso foi irônico ao dizer que, agora, a poucos meses de assumir a presidência do tribunal, Barbosa “teve uma melhora grande”. “Antes quase não aparecia (no Plenário). Agora, comparece a todas as sessões”, cutucou.

 Peluso disse ainda que o colega era “inseguro” e tinha “receio de ser qualificado como alguém que foi para o Supremo não pelos méritos, que ele tem, mas pela cor”.

A resposta veio no mesmo tom. Após a entrevista, Barbosa chegou a dizer que Peluso “se achava”. Pouco depois, em entrevista ao jornal O Globo publicada nesta sexta-feira 20, elevou o tom, devolveu os petardos e tornou a situação ainda mais surreal. Ele atribuiu a Peluso informações plantadas na imprensa sobre suas dores na coluna – numa atitude que classificou como “supreme bullying” (sic). Disse ainda que Peluso era “pequeno”, “brega” e não apaziguou o tribunal, mas “incendiou o Judiciário inteiro com a sua obsessão corporativista”.

 Algum legado positivo? “Nenhum”. A não ser deixar a imagem de um “presidente do STF conservador, imperial, tirânico, que não hesita em violar as normais quando se tratava de impor à força sua vontade”.

Ele acusou Peluso de manipular julgamentos “inúmeras vezes”, “criando falsas questões processuais” para não proclamar resultados contrários ao seu pensamento. Lembrou, como exemplo, as “horas de discussões inúteis” sobre a Ficha Limpa, quando Peluso votou duas vezes no mesmo caso. Barbosa acusou o colega também de cometer “a barbaridade e deslealdade” de aproveitar uma viagem sua aos Estados Unidos para “invadir” sua seara – ele era relator do processo.

Para finalizar, Barbosa tentou mostrar a distância intelectual entre eles dizendo que Peluso, com certeza, “nunca curtiu nem ouviu falar de The Ink Spots”, grupo de blues dos anos 1930.

 Faltou prometer pegar o colega na saída.

 Nepotismo 

 A última polêmica da gestão Peluso foi o anúncio, na semana passada, de que o Supremo pretendia reformular o texto da Súmula Vinculante 13, que proíbe a prática de nepotismo nos Três Poderes da República. A Súmula 13 prevê que viola a Constituição Federal “a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau como tios e sobrinhos, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta, em qualquer dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas.”

Ao presidir a sessão de terça-feira do Conselho Nacional de Justiça, Peluso disse que as decisões tomadas pelo STF em relação ao nepotismo, desde a aprovação da súmula, em 2008, não são conflitantes com o entendimento dos conselheiros do CNJ sobre o assunto. Segundo ele, o CNJ procura seguir a Constituição na análise da questão, e “o Supremo vem seguindo a mesma linha”.

Peluso fez o comentário sobre o tema devido ao fato de o CNJ estar analisando processos envolvendo casos de nepotismo ligados ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

O anúncio de Peluso provocou reação no CNJ. No mesmo dia, o relator de um dos casos, ministro Jorge Hélio, argumentou que o STF trata a Súmula Vinculante 13 com “relativismo”.

Em entrevista a Carta Capital, Jorge Hélio defendeu que a Súmula 13 seja cumprida como foi editada. “O Peluso propõe a alteração, mas os ministros com quem conversei dizem que não aceitam. Então não vai haver. Queremos que a opinião pública se manifeste de forma clara”, defendeu o advogado.

Ele classifica o nepotismo como uma prática “cancerígena”. “A súmula está posta, a redação não deixa margem de duvida, mas as pessoas sempre querem adaptar a circunstâncias”, criticou.


Curtiu? Compartilhe com os amigos!

Posts Relacionados

Leave a Comment

Notícias sobre a atuação parlamentar do Deputado Estadual Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Pará.

Email: dep.bordalo@alepa.gov.pa
Contato comunicação: bordalo13@gmail.com
Whatsapp: (91) 99319 8959

Gabinete: Assembleia Legislativa do Estado do Pará – Rua do Aveiro,130 – Praça Dom Pedro II, Cidade Velha – 66020-070 3° andar
Fone: 55 91 3182 8419 (ramal: 4368)

Copyright © 2019 Deputado Bordalo. Todos os Direitos Reservados.