Tucanos fazem avaliações erradas

Os tucanos vivem essa guerra de nervos porque dia após dia percebem que suas fórmulas não funcionam mais. Não é à toa que decidiram parar de atacar o Bolsa-Família e o Pré Sal em reunião de Executiva Nacional do PSDB. Não sabem o que fazem quando ninguém mais dá a mínima para as bobagens do Reinaldo Azevedo, Jabor, editoriais da Folha e Estadão, Lúcia Hípólito, as charges do Caruso e tudo que antes era tido como “formador de opinião”.

No Pará, comemoram a taxa de rejeição da governadora fazendo uma análise errada: não se trata de conhecer e não gostar, mas o índice, neste caso, equivale ao desconhecimento acerca das ações de governo, problema que detectamos e estamos superando. Dando nomes e números às nossas realizações, esse percentual baixará rapidamente, principalmente após início da campanha eleitoral.

Imaginam que, com é praxe, Jáder decidirá a eleição e que o faria nos termos de 2002 por causa dos conflitos de governabilidade. Aqui são vários erros. O primeiro é que a aliança que estamos costurando para além do PMDB equivale à força desse partido, o que não torna mais os peemedebistas os fiés da balança. O segundo é que Jáder está lulista, opera a aliança nacional para 2010 na qual Michel Temer seria o vice de Dilma. Então, ainda que com os conflitos, é mais fácil o PMDB apoiar o PT no segundo turno paraense do que os tucanos. Sem contar que nada, absolutamente nada, assegura que o PSDB estará no segundo tempo das eleições estaduais, basta lembrarmos do desastre eleitoral que foi a candidatura da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco para a prefeitura de Belém. Lembremos que na eleição do ano passado, o PSDB também estava rachado e não adiantou nada ter feito as duas ou três obras turísticas, nem o Paulo Chaves como vice. Jáder emplacou Priante no segundo turno e o voto tucano ainda foi disputado pelo deputado Arnaldo Jordy.

Com a força conquistada pelo PMDB, com a canalização do fato de ser da base do governo do presidente Lula, Jáder ou um candidato seu para valer pode sim tirar os tucanos do segundo turno e deixar a disputa entre PT e PMDB. Aí, o PSDB é que se aprofundaria numa gravíssima crise para se sair dessa: ou não apoiar ninguém e se enfraquecer ainda mais, ou perder parte de suas bases anti-Barbalho e ainda, quem sabe, o pior dos mundos para o partido, que seria ver parte dessas mesmas bases migrando para o voto de protesto no PT.


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  1. Aposto com quem quiser que o PSDB estará fora do segundo turno. Esmagados pela força do Lula, da propaganda do Chiquinho casada com as obras do noso governo e pelo Járdi.
    Escreve aí: 2o turno é Ana e Barbalho.

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