Mais um ano que se encerra, mas sempre preparando a transição para um novo período de lutas que se abre.
Um ano em que elegemos a primeira mulher presidenta do Brasil, que já reafirmou que seguirá o rumo traçado pelo presidente Lula, que é crescer distribuindo renda e, além disso, já definiu, com ele, três diretrizes para 2011, conforme ele fez questão de frisar quando recebeu a Exceutiva Nacional do PT em seu gabinete, no início dessa semana: reforma política, regulação da mídia e juventude.
Além do desenvolvimento econômico e social, o Brasil precisa de uma democracia forte, com projetos coletivos e instituições sólidas, dignas de confiança do nosso povo; uma imprensa plural, livre, que contemple a diversidade regional e respeite a consituição e dos direitos individuais; e aproveitar a quantidade inédita em nossa história de jovens na população economicamente ativa – 52 milhões – para impulsionar nossa entrada econômica, social, cultural e tecnológica nas nações de “primeiro time”.
Meu mandato sempre teve um compromisso forte com a juventude e vocês podem esperar que pautarei, como deputado reeleito, também os temas da reforma política e da mídia, envolvendo a sociedade nesse debate tão importante.
No Pará, se tivemos uma derrota política com a perda do governo do estado, fomos o partido – o PT – mais votado, elegendo a maior bancada da ALEPA e aumentando nossa bancada de deputados federais, o que nos dá fôlego para corrigir rotas e voltar a disputar a hegemonia política no Pará, a começar pelas eleições municipais de 2012, onde nossa direção estará, dessa vez, mais preparada para enfrentar a luta de classes que pautou todo o governo Ana Júlia.
Na ALEPA, cumpri todos meus compromissos políticos com a governadora, que é minha amiga, e com o nosso projeto coletivo, a última foi ter papel determinante para concluirmos a votação do orçamento 2011 com um grande acordo, onde saiu ganhando o atual, o novo governo e os parlamentares, mas sobretudo a sociedade, que, pelo menos no ano que começa em duas semanas, não sofrerá cortes de investimentos. Pelo contrário, se cobrar competência dos tucanos, poderá sentir mudanças grandes em sua vida pelos investimentos previstos ao Pará, via governo Dilma, no PAC 2, pois para nós o povo está acima das disputas políticas, embora nos seja claro de que lado está cada partido e liderança política do nosso estado.

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