Maria Lúcia Falcón, a primeira mulher presidente do Incra, fez uma exposição sobre o futuro da Reforma Agrária no Brasil, nesta terça-feira, em Audiência Pública realizada no Auditório João Batista, da Assembleia Legislativa do Pará. A Audiência Pública foi uma proposição da bancada do PT na ALEPA.


Ex-secretária estadual de Planejamento e de Desenvolvimento Urbano de Sergipe, Maria Lúcia comanda, desde o último dia 30 de março, o órgão responsável por implementar a política de reforma agrária proposta pelo governo no país e organizar o “ordenamento fundiário nacional”.




Maria Lúcia usou o termo “Terra da Pátria” ao se referir da principal ação que o Incra tem pela frente. Ela defendeu a buscar pelo desenvolvimento rural sustentável, com justiça social.
No encontro, fiz a defesa dos assentamentos antigos, citando como exemplo o PA Taperuçu, em São Domingos do Capim, onde visitei recentemente. A comunidade 
enfrenta dificuldades no escoamento da 

produção por causa das péssimas condições de estradas vicinais na região. Os assentados se sentem isolados. 


Presidentes de Associações Rurais e Trabalhadores Rurais lotaram o auditório João Batista. Vários deputados marcaram presença no encontro, além de dirigentes de órgãos ligados ao tema da Audiência Pública, de muita importância, uma vez que o Pará possui hoje cerca de 1.000 assentamentos rurais.

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