O desastre tucano na educação e na segurança pública

O desastre tucano não acontece só na educação, como bem destaca em seu blog o blogueiro e educador, Professor Cavalcante.


Na área de segurança pública também se repete o desastre do governo tucano de Jatene, como como afirmei hoje em meu twitter. Por mais que haja tentativas e efetivação de maquiagem nas estatísticas oficiais sobre segurança pública, a criminalidade só aumenta tanto na Rgeião Metropolitana de Belém, como em todo o Pará. Neste degsoverno houve o desmonte da inteligência policial, somada com a  falta de invetsimento em segurança pública, incluindo concurso, valorização e integração das polícias, além políticas públicas de inclusão social.


Em seu blog, o professor Cavalcante resume o jeito tucano de governar: desprezo, indiferença, retrocesso e tentativas de golpes são a marca do PSDB. 

Leia o post do professor Cavalcante:

Editorial

Educação: o desastre tucano
A gestão da educação pública pelo governo tucano paraense é um desastre.

No primeiro ano de sua desastrosa gestão do ensino público nada fez para melhorar os indicadores da educação paraense. Limitou-se a produzir factoides e anunciar medidas com estardalhaço, mas que não passavam de peças midiáticas.

Lembras o controle de acesso as escolas e as tais carteirinhas anunciadas como panaceias para combater a violência nas escolas?

Não deu em nada e o hoje a tecnocracia tucana nem fala mais no assunto.

E as tais reformas das escolas? Propagandeada aos quatros cantos não passaram de cem cartas-convite que não resistiriam a uma investigação do promotor Medrado do MPE. Aliás, nem as tais cartas-convite direcionadas ou as bananas nanicas da agricultura muito familiar!

O mundo real da educação paraense não coincide com a propaganda tucana mostrada nas mídias tradicionais. As escolas públicas estaduais estão caindo aos pedaços, não apenas em seu aspecto infraestrutural, mas também no que diz respeito ao projeto pedagógico.

Demoliu-se a gestão democrática, acabou-se com a eleição direta para diretor e com os projetos que incentivam a criação de uma cultura de paz em nossas escolas, fazendo com que a questão da violência e do tráfico de drogas explodissem em nossas unidades escolares.

As salas de informática estão destruídas, muitas delas tiveram seus equipamentos roubados e o Navegapará, que já foi considerado o maior projeto de inclusão digital do país, foi completamente descontinuado. Não se tem mais suporte técnico e pouco menos uma proposta aceitável para o uso das novas tecnologias na educação.

Este foi um ano letivo totalmente perdido e termina de forma patética.

Os grandes prejudicados são os alunos(as) da escola pública que não tiveram respeitado o direito de ter a reposição integral dos dias paralisados, durante a última greve dos professores(as). Na educação real, diferente da propaganda, temos alunos(as) no ensino médio que não sabem ler e crianças que ficam retidas na mesma série, às vezes, quatro ou cinco anos.

E para piorar a situação, conforme anunciado várias vezes aqui no blogue, o desgoverno tucano não pagará o piso salarial aos educadores paraense. O PSDB sempre foi contra a lei do piso. Chegaram a bater a porta do Supremo Federal para derrubar a lei. Tal postura empurrará a categoria dos professores(as) para mais uma greve e o ano letivo poderá, até mesmo, não ser iniciado.

Desprezo, indiferença, retrocesso e tentativas de golpes são a marca do PSDB e seu governo parece que passará para a história da educação paraense como o coveiro do ensino público. Voltaram para exterminar o ensino e concluir o serviço inacabado em doze anos de desprezo pela educação.

Pobres de nossos alunos(as). Estão encurralados por um governo incompetente e um sindicado de trabalhadores refém do corporativismo. Ambos são indiferentes aos seus direitos, apesar de publicamente afirmarem o contrário.
 

E pelo jeito, tudo vai continuar como antes no quartel de Abrantes.

 Veja a manchete de hoje do Pravda Amarelo:


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