Os acontecimentos e notícias empolgantes que chegam de Teerã, de acordo afinal firmado, que pode ter evitado crise global em torno do programa nuclear iraniano é desenvolvimento altamente positivo para todos – exceto para os que, em Washington e Telavive, estavam à procura de qualquer pretexto para isolar ou atacar o Irã.
Também marca o nascimento de uma nova força altamente promissora no cenário mundial: a parceria Brasil-Turquia.
Semana passada, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan e o presidente Luis Inácio Lula da Silva do Brasil adotaram, em conjunto, a abordagem clássica do “um gentil, outro durão”, para aproximarem-se dos líderes iranianos. Lula anunciou que iria a Teerã, o que deu aos iranianos esperança de algum acordo. Mas era indispensável também a presença da Turquia (onde o urânio será tratado), e Erdogan fez-se de difícil.
Esse é o início de uma matéria imperdível do The Guardian sobre o acordo histórico mediado pela diplomacia brasileira, que colocou o Brasil na “liga principal” da geopolítica mundial, com boas perspectivas para conquistar aquele assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Recomendo que você clique em O acordo nuclear Brasil-Irã-Turquia e leia a íntegra da reportagem, traduzida por Luiz Azenha.


Pronto. Verdade reposta. De novo pelos jornais estrangeiros que cadavez mais amam o Brasil porque aqui se faz o que eles não conseguem mais.