Movimento sindical brasileiro e agricultura familiar unem forças e dão visibilidade às suas reivindicações hoje em Brasília. Na área da agricultura familiar organizada, desde o dia 4, acontece o 11º Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (CNTTR), que reúne na CONTAG – Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura mais de 2.500 trabalhadores e trabalhadoras rurais.
E hoje é a Marcha das Centrais em Brasília, uma força-tarefa das centrais sindicais para reivindicar temas de interesse da classe trabalhadora e da sociedade. A CUT, que completa este ano 30 anos de lutas e realizações em favor da democracia e de direitos à classe trabalhadora, participa ativamente de todo o processo.
São 11 os itens da pauta do movimento sindical e que serão apresentados à presidenta Dilma:
- 40 horas semanais sem redução de salário;
- Fim do fator previdenciário;
- Reforma agrária;
- Igualdade de oportunidades entre homens e mulheres;
- Política de valorização dos aposentados;
- 10% do PIB para a educação;
- 10% do Orçamento da União para a saúde;
- Correção da tabela do Imposto de Renda;
Ratificação da Convenção 158 da OIT – que impede a demissão imotivada; - Regulamentação da Convenção 151 – que estabelece a negociação coletiva no serviço público e
- Ampliação do investimento público.
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| Presidenta Dilma vai ao Congresso da CONTAG e assume compromissos. |
Política para trabalhadores rurais empregados –Ontem à noite quando esteve no Congresso da Contag -Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura que reúne mais de 2.500 congressistas de todo o país, a presidenta Dilma assinou o decreto que institui a Política Nacional para os Trabalhadores Rurais Empregados.
A instituição da política foi muito comemorada pelo movimento, do qual faz parte a nossa Fetagri – Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Pará, que tem uma das maiores delegações no 11º Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (CNTTR).
Reforma agrária –Outra notícia bem comemorada foi a promessa da presidenta Dilma em acelerar a reforma agrária com terra de qualidade. “Nós queremos que os nossos assentados possam viver da própria terra, por isso não pode ser qualquer terra. Prometo que vou acelerar a reforma agrária com terra de qualidade. Mas, vocês têm que me ajudar e cadastrar todas as famílias para que tenham direito às políticas públicas. Nós juntos vamos mudar essa situação de desigualdade nos assentamentos”,


