Voltei
a defender na 2ª Sessão Itinerante da Alepa, no Marajó, a adoção de
política tributária diferenciada e de Agência de Desenvolvimento para a
região. O Marajó precisa de infraestrutura logística com aeródromos,
estradas e portos, e redução de taxas e de impostos sobre o transporte
fluvial. Outra medida inadiável: instalação de agências bancárias nas
sedes dos municípios. A economia extrativista / primária submete a Ilha
ao subdesenvolvimento e deprime as forças produtivas. Como resultado, os
municípios ficam estagnados.
O Marajó precisa de uma soma de esforços
dos poderes públicos e de um “choque de dinamização econômica”, com
linhão e energia firme em todos os municípios. A viabilização do Luz
para Todos precisa ser garantida até 2016. O Minha Casa Minha Vida,
através do Programa de Habitação Rural, precisa ser diferenciado e
ganhar escala no Marajó. A segurança pública precisa de investimentos
urgentes, combatendo a pirataria nos rios. E, ainda, investimentos
maciços em educação e a Universidade Federal devem ser eixo estruturante
no Marajó.