Delegados
de polícia civil, investigadores,
escrivães e papiloscopistas do estado participaram, na manhã da última
quinta-feira, 22.08, no auditório João Batista, da Assembleia
Legislativa
(Alepa), de sessão especial para debater a carreira jurídica dos
delegados. A
reunião foi proposta por meio de requerimento do deputado estadual
Carlos
Bordalo (PT).
de polícia civil, investigadores,
escrivães e papiloscopistas do estado participaram, na manhã da última
quinta-feira, 22.08, no auditório João Batista, da Assembleia
Legislativa
(Alepa), de sessão especial para debater a carreira jurídica dos
delegados. A
reunião foi proposta por meio de requerimento do deputado estadual
Carlos
Bordalo (PT).
Diante da tribuna, os representantes de diversas
categorias que atuam nas delegacias do estado puderam expor aos demais colegas
e deputados presentes, as suas principais reivindicações. Algumas delas dizem
respeito às péssimas condições de trabalho, acúmulo de função e baixos
salários.
categorias que atuam nas delegacias do estado puderam expor aos demais colegas
e deputados presentes, as suas principais reivindicações. Algumas delas dizem
respeito às péssimas condições de trabalho, acúmulo de função e baixos
salários.
Na abertura da sessão, o deputado José Megale (PSDB)parabenizou o autor do requerimento, o deputado Carlos Bordalo (PT), e disse que
a proposição à época da aprovação foi muito debatida pelos demais parlamentares,
pela sua importância. “Tanto é que foi aprovada por unanimidade, por se inserir
no contexto da segurança pública do estado”, disse.
De acordo com o deputado Carlos Bordalo, a PEC
(01/2013) busca resgatar perdas salariais históricas dos delegados. “Enquanto o
benefício não chega, temos buscado garantir esta isonomia salarial por meio de
Emendas, com base na Lei Orçamentária do Estado.”, afirmou Bordalo.
(01/2013) busca resgatar perdas salariais históricas dos delegados. “Enquanto o
benefício não chega, temos buscado garantir esta isonomia salarial por meio de
Emendas, com base na Lei Orçamentária do Estado.”, afirmou Bordalo.
Para a presidente da Comissão de AtividadesPoliciais da OAB-PA, advogada Ivanilda Pontes, a gratificação se justifica, uma
vez que os delegados sentem-se desestimulados com a profissão. “É lastimável observar
a estrutura de trabalho de alguns colegas do Sul do Pará. Algumas delegacias
estão ‘balança mais não cai’. Sem contar que os delegados do estado têm um dos
piores salários do país e sentem-se desestimulados com a profissão”, justificou
Pontes.

Como resposta concreta da sessão, o secretário LuizFernandes Rocha sinalizou para a primeira quinzena de setembro, uma rodada de negociação
com o presidente e demais representantes da Adepol e Sindpol e as secretarias
de Segurança Pública e Administração. “Já no caso dos escrivães, papiloscopistas
e investigadores vamos trabalhar cada vez mais pela requalificação da classe. Podemos
fazer isto por meio da Escola de Governo”, ressaltou Fernandes. “O que não podemos
é dizer que vamos fazer algo apenas para agradar uma classe ou outra, empurrar
com a barriga”, finalizou.
Compuseram a mesa de abertura os deputados JoséMegale (PSDB) e Carlos Bordalo (PT); o presidente da Associação dos Delegados de
Polícia do Estado do Pará (Adepol), delegado João Moraes, o presidente da
Associação dos Papiloscopistas do Pará (Appapespa), Jeová Barros; o
vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Polícia Civil
(Sindpol), Gibson Silveira; o vice-presidente da Adepol, delegado João Paiva; a
presidente da Comissão de Atividades Policiais da OAB-PA, advogada Ivanilda
Pontes; e o secretário de Segurança Pública do Estado (Segup), Luiz Fernandes
Rocha.
Participaram ainda da sessão os deputados Edmilson
Rodrigues (Psol) e Alfredo Costa (PT).


