Bem a propósito da ida do secretário de comunicação, Ney Messias, hoje à ALEPA para explicar o Terruá Pará, leia o que escreveu o professor Fábio Castro no blog dele:
No blog do deputado Bordalo, está-se discutindo a questão do Terruá Pará. Reproduzo o centro do debate:
O Governo Jatene e a Presidenta da FUNTELPA, Adelaide Oliveira, confundem política de governo, política cultural, ação de marketing para divulgação da produção musical no Pará.
Veja a íntegra do texto aqui.
Essa reflexão é bem interessante e merece ser desenvolvida. O deputado está levantando um tema essencial para o debate sobre políticas de comunicação, políticas de marketing e políticas culturais. É preciso lembrar que não são a mesma coisa. Os recursos públicos da publicidade devem ser usados para a divulgação da ação de governo. Qualquer gasto, nessa rubrica, que fuja a essa regra, merece ser averiguado pelo Ministério Público.
Penso que é preciso discernir entre os diversos custos referidos, à bem do interesse público. Se isso não está sendo feito – e parece que não está – como disse Bordalo, tem-se aí, de fato, um caso de ALOPRADOS.
O que NÃO PODE, em nenhuma circunstância, é usar recursos da rubrica destinada à Publicidade das Ações de Governo – e esse é um dinheiro carimbado, um dos mais carimbados de todo o orçamento do Governo Estadual – para custear ações de Difusão Cultural e fazer farra na casa alheia.

