A bancada ruralista, representação social dos grileiros, latifundiários, promotores do trabalho escravo e da violência no campo brasileiro, conseguiu emplacar a CPI do MST, para tentar criar mais um factóide contra o governo do presidente Lula, simplesmente porque queremos a reforma agrária que vai abalar a riqueza acumulada a ferro e fogo por esses senhores, senadora Kátia Abreu à frente.

Concordo com Francisco Cavalcante, militante do PT paraense e diretor da Vanguarda Propaganda, que escreveu no blog dele:

“A concentração dos meios de comunicação nas mãos de pouquíssimos contribui para a afinação do discurso hegemônico e para o fortalecimento desses grupos de mando, arraigando preconceitos e ajudando a criminalizar os movimentos sociais, na medida em que super expõe a versão das elites, ocultando a voz das classes subalternas”.

Com a internet podemos, ainda que insuficientemente, disputar a contra hegemonia. Por isso, recomendo a leitura da entrevista (clique para ler) concedida por João Pedro Stédile ao blog do meu companheiro José Dirceu, tratando da pauta do MST e da visão de projeto nacional do movimento.

Aqui é acessado o Manifesto do MST diante da criação da CPI no Congresso Nacional.

Vamos à luta para, de novo, colocar a direita no lugar dela de minoria social.

1 comentário em “Empunhar as armas das causas justas”

  1. Fala sério!
    Será que alguém ainda acredita nesse discurso demagogo e hipócrita????
    O MST tem uma visão de projeto?
    Essa "visão do projeto do movimento" seria exterminar quantas plantações de laranja? Tocar fogo em quantas sedes de fazendas produtivas e geradoras de emprego e renda?
    "Vamos à luta para, de novo, colocar a direita no lugar dela de minoria social".
    Pelo amor de Deus! Esse discurso está ultrapassado e o PT, enquanto governo, já mostrou que não comunga desse lema.

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