Recebo denúncias do SINTEPP e da Associação dos Comerciantes da Ilha de Colares, dando conta de que a população do município está sobressaltada e indignada com a insegurança que tomou conta da cidade. Recebo, também, denúncias de moradores do município de Vigia apresentando um quadro semelhante ao de Colares, com o aumento da criminalidade e […]

Colares e Vigia reféns da insegurança

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Recebo denúncias do SINTEPP e
da Associação dos Comerciantes da Ilha de Colares, dando conta de que a
população do município está sobressaltada e indignada com a insegurança que
tomou conta da cidade. Recebo, também, denúncias de moradores do município de
Vigia apresentando um quadro semelhante ao de Colares, com o aumento da
criminalidade e a ausência de segurança pública para a população.

O município de Colares(foto), com aproximadamente 12.000 habitantes, sempre foi
conhecido como um lugar de muita paz, onde moradores e visitantes viviam
tranquilamente. Esta realidade, lamentavelmente, mudou.


Uma série de acontecimentos vem tirando a paz da ilha, como assaltos à mão
armada, tráfico de drogas, invasão de domicílios e comércios, furtos, roubos de
carros, motos, assassinatos, etc… Pelas denúncias Colares tem vivido os
horrores característicos dos grandes centros urbanos.


A situação é tão grave que muitos professores, segundo o SINTEPP, estão
abandonando turmas de alunos na zona rural do município, por não se sentirem
seguros para chegar até as escolas. No deslocamento para a zona rural, os
professores são assaltados nos ramais, tendo seus pertences e veículos roubados
por bandidos. Com isso, são centenas de alunos sem aula

Os comerciantes da cidade
rotineiramente têm seus estabelecimentos invadidos e mercadorias roubadas,
acumulando sérios prejuízos. Residências são invadidas, destruídas e roubadas
bem como prédios escolares. Segundo as denúncias, o tráfico de drogas está
tomando conta e tirando o sossego da população.
A maior preocupação da
população está na impunidade. Após denunciados, supostos traficantes são pegos
em flagrante por policiais militares, levados à delegacia, porém, na maioria
das vezes, não ficam presos e, assim, a população segue desprotegida, refém de
bandidos e sem confiança nas instituições públicas.
Paralelo a isso, com um efetivo
policial muito abaixo da real necessidade, fica ainda mais difícil combater a
criminalidade no município. 
Em Vigia, não muito distante de
Colares, a situação não é diferente, com a crescente da criminalidade e a falta
de segurança pública no município. 
Uma cidade extremamente
acolhedora e conhecida pelas suas importantes festividades, também está refém
do crime. Os assaltos diários e as pessoas de bem sendo ameaçadas pelos
bandidos têm feito parte do dia a dia dos Vigienses.
Da mesma forma que o Município
de Colares, em Vigia o efetivo muito pequeno de policiamento não dá conta de
atender a demanda. Soma-se a isso a falta de estrutura da delegacia, o que
torna deficiente a atuação da polícia civil, que dificilmente consegue resolver
os problemas, até por falta de pessoal.
Diante dos últimos fatos que
vem acontecendo em Vigia e pela falta de resposta do poder público, a população
está organizando uma caminhada do movimento “Vigia Pede Paz”, nesta
sexta-feira, dia 24 de junho, para cobrar das autoridades um maior empenho no
combate ao crime no município. Dados extra-oficiais, trazidos pela comunidade,
apontam que somente nos últimos 15 dias, quatro pessoas foram assassinadas na
cidade. 
Infelizmente, este cenário é
desolador e só fortalece a cultura da violência que está sendo instalada nestes
municípios, assim como no restante do Estado. As estatísticas paraenses de
criminalidade são comparáveis aos países que estão em guerra. Isso é um absurdo
e não podemos permitir que esta situação continue como está.
Diante disso, nesta
quarta-feira (22) protocolei duas moções solicitando a Secretaria de
Estado de Segurança Pública e Defesa Social –SEGUP, Policia Civil, Policia
Militar e Prefeitura Municipal de Colares e de Vigia, providências para
combater estes altos índices de violência e criminalidade a que estão expostos
os moradores desses municípios.


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