Por quê vamos crescer mais?

Blog do Bordalo riodeestrelas
Essa tendência de reeleição (leia nota acima) não se deve apenas ao percentual que a governadora obtém e a queda de sua taxa de rejeição (que, repito, é baseada em pesquisas informais do PMDB, usadas, até então, para a disputa política). Essa tendência também se baseia em alguns frutos que temos a colher de processos que estão em curso:
1 – A repercussão da instalação da ALPA, que é uma ruptura definitiva com o dilema do subdesenvolvimento e nossa condição histórica de “almoxarifado” de matérias primas, coisa que nenhum dos governos anteriores – de todas as cores e partidos – foi capaz de ultrapassar. Exemplo maior disso foi a declaração do presidente da Vale, Roger Agnelli, em Marabá, segundo quem, até o governo de Ana Júlia, a relação com todos os gestores foi difícil, pouco republicana, pois eles priorizavam interesses particularistas e negociações pequenas.
2 – Outra revolução silenciosa, que revela que a ALPA não é algo isolado, dependente do presidente Lula, são os passos firmes para alterar o modelo de desenvolvimento, pelo que estamos criando logística estrutural pra modernizar nosso setor empresarial, com a revitalização dos distritos industriais de Belém, Anaindeua, Marabá e Santarém, com obras em andamento, já tendo inaugurado o de Icoaraci. Um conjunto de iniciativas que integra infra-estrutura, inovação tecnológica e comunicação digital.
3 – O efeito dos investimentos do INCRA, que tem revolucionado a reforma agrária, com projetos agroextrativistas, atendendo 60 mil famílias com habitação digna e apoio social e produtivo para uma população antes abandonada, que começa a sentir o “calor” do Estado.
4 – O Ação Metrópole que, a cada dia que passa, fica mais visível para o povo, fazendo a governadora ser cada vez mais presente na região metropolitana, especialmente Belém. O projeto, que tirou do papel um plano de 20 anos atrás, já não pode mais ser negado pelas oposições.
5 – A consolidação dos programas sociais, com destaque para o Navegapará e o Bolsa-Trabalho.
6 – A crescente percepção dos prefeitos acerca de uma nova relação estabelecida com eles, principalmenten na área da saúde e asfalto. A governadora mostrou muita sensibilidade, competência e senso de oportunidade, por exemplo, quando transformou 150 milhões autorizados pela ALEPA – com grande empenho da bancada do PT – para abertura de estradas vicinais. As verbas vinham do BNDES, mas este não pode investir em estradas vicinais. Então, a governadora decidiu, ao invés de fazer obras pontuais e limitadas no tempo, adquirir máquinas e entregá-las aos municípios. Assim, agora eles possuem uma estrutura permanente para manter sempre em condições de tráfego essas vias vicinais.
7 – A tudo isso se acrescenta uma melhora importante na comunicação institucional, com clareza, profissionalismo, foco e objetividade no que estamos fazendo.


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Notícias sobre a atuação parlamentar do Deputado Estadual Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Pará.

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