O último suspiro de José Serra

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Por Chico Cavalcante, no blog Comunicação Militante

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Cercado pelos fatos e pelas circunstâncias que levam o processo eleitoral para uma decisão definitiva em primeiro turno, revelando de maneira inequívoca o peso fundamental de Lula na alma brasileira de agora, o candidato José Serra (PSDB) resolve ir para o ataque.

Tudo indica, um ataque de nervos.

O porta-voz oficial da campanha tucana da GloboNews chama-se Gerson Camarotti, denominado pela emissora como “comentarista político”, mas na verdade posicionado na barricada 45 desfechando pedregulhos com uma funda contra a campanha petista desde quando Dilma ainda era pré-candidata.

O vislumbrar da derrota, contudo, está levando Camarotti e seus parceiros de campanha à danação. O pedregulho da hora é a suposta quebra do sigilo fiscal de algumas pessoas ligadas ao esquema tucano que dá suporte à campanha de Serra.
Tudo indica que esse é o último suspiro da campanha tucana, que já está na TV e no rádio na fase da baixaria desenfreada, tentando criar o terror de sempre contra o PT, buscando reviver velhos medos contra petistas e requentando as denúncias feitas pela imprensa em 2005 e que tinham por objetivo armar um golpe de estado contra o governo Lula.

Considera Camarotti que a quebra do sigilo fiscal de tucanos será o novo 11 de setembro. Terá, afirma o comentarista, “um efeito bombástico” na campanha de Dilma, com “evidentes prejuízos” para a candidata petista. A situação seria tão grave que Dilma teria “fugido” da questão, enquanto Serra teria “demonstrado toda a sua indignação” na patética entrevista que deu ao Jornal da Globo, na noite de ontem, onde, mais uma vez, o ex-governador de São Paulo perdeu uma grande oportunidade de demonstrar equlíbrio mental e emocional ao eleitorado brasileiro.

A tentativa de levar essa questão da Receita Federal para o âmbito eleitoral é mais uma bobagem que revela a fragilidade dos nervos dos condutores da campanha de Serra. Qualquer pessoa minimante informada sabe que esse factóide passará como um navio na noite e, no extremo, não tiraria um único voto da candidata apoiada pela liderança política mais influente do país.

Dilma caminha para o Planalto. Enquanto a matilha faz barulho. O povo assiste ao desespero tucano, por assim dizer, “de camarote”.

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  1. Do Conversa Afiada:

    Filha de Serra fez a maior
    quebra de sigilos do mundo
    Publicado em 10/09/2010 Compartilhe | Imprima | Vote (+39)

    A filha do Serra, uma especialista em violação

    A revista CartaCapital que está nas bancas traz reportagem de Leandro Fortes que vai calar o Zé Baixaria e seus auto-falantes do PiG (*).

    Por 15 dias no ano de 2001, no governo FHC/Serra a empresa Decidir.com abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros.

    É isso mesmo o que o amigo navegante leu: a filha de Serra abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros por 15 dias durante o governo FHC/Serra.

    A Decidir.com é o resultado da sociedade, em Miami, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas.

    Veja aqui a prova da associação com documentos do Estado da Flórida, nos Estados Unidos.

    O primeiro “plano de negócios” da empresa era assessorar licitações públicas.

    Imagine, amigo navegante, assessorar concorrências !

    A certa altura, em 2001, a empresa resolveu ser uma concorrente da Serasa.

    Fez um acordo com o Banco do Brasil e através disso conseguiu abrir sigilos bancários.

    O notável empreendimento de Miami conseguiu também a proeza de abrir e divulgar a lista negra do Banco Central.

    O intrépido jornalismo da Folha (**) fez uma reportagem sobre o assunto, mas motivos que este ordinário blogueiro não consegue imaginar, omitiu o nome da empresa responsável pelo crime.

    A Folha (**) divulgou ela própria o sigilo de autoridades que passaram cheques sem fundo.

    O então presidente da Câmara, Michel Temer, oficiou o Banco Central.

    E, a partir daí, operou-se um tucânico abafa.

    O Banco Central não fez nada.

    A Polícia Federal não fez nada.

    O Ministério da Fazenda não fez nada.

    O Procurador Geral da República não fez nada.

    Faltava pouco para a eleição presidencial de 2002, quando José Serra tomou a surra de 61% a 39%.

    A filha dele largou a empresa, provavelmente em nome dos mais altos princípios da Moral.

    Mino Carta tem a propriedade de publicar reportagens que equivalem a tiro de misericórdia.

    Quando dirigia a revista IstoÉ, publicou a entrevista do motorista que implodiu o governo Collor.

    Agora, ele e Leandro, processados por Gilmar Dantas (***), dão o tiro de misericórdia na hipocrisia dos tucanos paulistas.

    A partir desta edição da CartaCapital, a expressão “violar o sigilo” passa a ser uma ofensa à memória dos brasileiros.

    Paulo Henrique Amorim

    (*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

    (**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

    (***) Clique aqui para ver como um eminente colonista (****) do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista (**) da GloboNews e da CBN se refere a Ele.

    (****) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

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