Nunca houve tanta violência e insegurança no Pará como hoje.

O governo Jatene anunciou ontem um plano de segurança pública e insiste na propaganda que a segurança melhorou. Recusa-se a ver a realidade: a população do Pará nunca esteve tão insegura como hoje.

Até quem tem baixa visão percebe que o rei está nu, que a insegurança aumenta em todos os cantos do Pará e em todas as áreas. Em nosso Estado, a violência está num patamar nunca visto antes. E maquiar a estatística é tapar o sol com a peneira.

Nas imagens da sindicalista bancária Heidiany Katrine Moreno, publicadas em seu blog, as agências do Banpará e do Banco da Amazônia de Eldorado dos Carajás que foram dinamitadas na madrugada do dia 1º de Maio. Antes, no dia 29, sábado, assaltantes dinamitaram a agência bancária do Banco do Brasil em Canaã dos Carajás.

Em seu blog, o verde Zé Carlos Lima faz uma análise da violência no Pará.

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Assim ficou a agência do Banpará de Eldorado dos Carajás, sudeste do Pará. Foto: Heidiany Katrine Moreno

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E assim ficou a agência do Banco da Amazônia em Eldorado, após os assaltantes explodirem as duas casas bancárias na madugrada de 1º de Maio. Foto: Heidiany Katrine Moreno.

No blog do Zé Carlos: A violência é disparado o maior problema dos paraenses

Estupros, corrupções, assaltos, assaltos com refém, explosões de caixas-eletrônicos, execuções, drogas, muita droga e de todos os tipos, tomam conta das manchetes de todos os noticiários paraenses, como nunca antes visto na história deste Estado.

O Governo até aumentou o contrato de locação de carros para PM, com a empresa Delta, a mesma que está envolvida no escândalo que tem como protagonista principal Carlinhos Cachoeira. Dizem que o Pará nem fez licitação, aderiu a licitação de Goiás, do governador Marconi Perillo, PSDB. Os veículos foram distribuídos em grandes festas municipais, mas de nada adiantou, os números da violência não diminuíram.
  
 O setor de segurança pública já tentou de tudo para disfarçar os índices, mas a realidade tem sido forte, infelizmente. Brigaram com os dados do Ministério da Justiça, perderam feio. A população até deixa de registrar pequenos delitos por descrença nos órgãos de investigação policial. O povo só registra ocorrências de assaltos quando precisa do BO para comprovar o sumiço do objeto ou dos documentos.

Fizeram um estardalhaço com a prisão do traficante Dote. Dote vai virar o nosso Fernandinho Beira Mar ou o nosso Osama Bin Laden. Sempre que precisar dar uma resposta a população, Dote voltará a cena. Enquanto isso, as cadeias estão cheias de jovens sem futuro, pegos pelo cruel mundo das drogas.

As pessoas simples, sem o aparato e o poder que tem os órgãos de segurança pública, sabem onde ocorrem os crimes em sua cidade, mas a pergunta é: por que a policia não vê e não toma providências?

O Governo do Estado, se quiser, pode combater e diminuir a violência, cuidando da repressão, mas a solução mesmo virá de um bom trabalho preventivo, envolvendo a juventude pobre dos bairros de periferia, principais vitimas dos traficantes. Os jovens ricos e da classe média também cometem crimes, também são alvo dos traficantes, mas ainda podem ter a força da família ao seu lado, precisando um pouco menos de programas governamentais.

Chega de alugar carros da empresa envolvida com o crime para combater o crime. Anunciem programas preventivos de eficácia. É urgente.


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