Mário Couto, o senador tucano denunciado pela 2ª vez em menos de uma semana

 Está bem encrencado o senador tucano Mário Couto por fraudes na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). Ele e mais outros dez acusados devem R$ 13 milhões aos cofres públicos. 
Leia a notícia que saiu ontem na Folha:

AGUIRRE TALENTO
DE BELÉM

O senador Mário Couto (PSDB-PA) foi denunciado nesta segunda-feira (30)
pela segunda vez em menos de uma semana por supostos desvios de recursos
da Assembleia Legislativa do Pará durante o período em que ocupou a
presidência da Casa (2003-2007).

Esta segunda ação civil pública, protocolada pelo Ministério Público do
Pará, trata de supostas fraudes em licitações de obras, que incluem até a
contratação de uma fábrica de tapioca para realizar serviços de
engenharia.

Na última quinta-feira (26), o senador já havia sido denunciado em ação sobre fraudes na folha de pagamento no mesmo período.

A ação pede que ele e mais outros dez acusados devolvam R$ 13 milhões aos cofres públicos.

No inquérito, o Ministério Público demonstra que houve 101 licitações fraudadas no período.

Donos das empresas afirmaram, em depoimentos, que não haviam participado das licitações na qual constavam como vencedores.

Há ainda casos de empresas que foram abertas exclusivamente para participar das licitações da Assembleia.

Como presidente, cabia ao senador Mário Couto ordenar e fiscalizar a
execução de despesas, motivo pelo qual é um dos acusados na ação.

Sua filha, Cilene Couto, hoje deputada estadual pelo PSDB, também foi
denunciada por ocupar o cargo de coordenadora geral da comissão de
controle interno durante a gestão do pai. Cabia a ela a função de
fiscalizar as despesas.

Os outros servidores denunciados eram integrantes da comissão de
licitação de obras de engenharia, onde ocorriam as supostas fraudes.

A assessoria do senador Mário Couto informou que, apesar de ele ter sido
o presidente da Casa, ele não tinha conhecimento das irregularidades.

Couto já havia afirmado que as denúncias são motivadas por perseguição
pessoal de um promotor do Ministério Público do Estado contra ele.

A deputada Cilene Couto não foi localizada pela Folha para comentar o caso.


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