Insegurança pública e falta de democracia. É hora de agir e barrar o trator.

Aumenta a insegurança pública no Pará, quer se calar a voz da sociedade, há um trator desenfreado em marcha contra a democracia, os direitos e a cidadania. Está na hora certa de agir e mudar essa “nova” realidade. Meu mandato está junto com vocês, a serviço dessa luta.

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Em O Liberal de ontem, 5/12:

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E no atuante blog da Perereca da Vizinha:

Cúpula do MPE lava as mãos e Arnaldo Azevedo deve retornar a Paragominas. Transferência do promotor vai prejudicar investigação do escândalo da Alepa. Cidadãos precisam agir.

 

O Ministério Público precisa se conscientizar de que é como a mulher de César: não lhe basta ser honesto; tem, também, de parecer honesto.
E o retorno do promotor Arnaldo Azevedo à Comarca de Paragominas é um desses episódios que levantam sérias dúvidas sobre o comportamento do MP.
Arnaldo é o corajoso promotor que comanda as investigações, na área criminal, dos escândalos da Assembléia Legislativa do Estado do Pará (Alepa).
Está à frente, portanto, de um caso que envolve os poderosos interesses das Vossas Excelências.
Tudo bem que o retorno de todos os promotores às comarcas de origem atende à determinação do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e vai ao encontro de um anseio social.
Mesmo assim, a cúpula do MP estadual deveria envidar esforços para mostrar ao CNMP a necessidade de abrir exceção para a permanência de Arnaldo Azevedo em Belém, tendo em vista o enorme interesse público da investigação que está sob a responsabilidade dele.
Na semana passada, promotores dos Direitos Constitucionais e Patrimônio Público encaminharam documento ao procurador geral de Justiça, Antonio Barleta, alertando que a saída de Arnaldo Azevedo prejudicará, certamente, o andamento dessa investigação, que se encontra bastante adiantada.
É até uma questão de lógica: o promotor que vier a substituir Arnaldo consumirá preciosos meses apenas para se inteirar da quilométrica papelada processual.
No entanto, a nota hoje publicada pelo jornal O Liberal, na coluna Repórter 70, confirmando o retorno do promotor a Paragominas, já no início de janeiro, leva a crer que o comando do MPE preferiu, simplesmente, lavar as mãos.
Ou seja, a mulher de César não está nem aí para os questionamentos que o seu comportamento poderá levantar entre o distinto público, apesar de ser o distinto público a custear-lhe o sustento.
O escândalo da Alepa é o maior que já envolveu a Casa, em todos os tempos, e a estimativa do próprio MP é que tenha causado aos cofres públicos um rombo superior a R$ 120 milhões, apenas nos últimos cinco anos.
Não há, portanto, justificativa para a inação da cúpula do MPE, diante do prejuízo certo a uma investigação desse porte – o que só tende a reforçar a certeza de impunidade das quadrilhas, que, a cada dia com maior despudor, assaltam os cofres públicos paraenses.
A Perereca sugere aos cidadãos que façam o que não fez a cúpula do MPE: que se mobilizem e encaminhem emails e abaixo assinado ao CNMP mostrando o interesse público que está em jogo na permanência do promotor Arnaldo Azevedo na investigação do escândalo da Alepa.
Que se abra uma justíssima exceção, tendo em vista os valores e interesses envolvidos nesse caso.
Quem sabe assim, diante de uma decidida interferência dos cidadãos, a mulher de César perceba que, nestes novos tempos, já não há lugar para comportamentos desse tipo.

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