A indignação de Lula: Gilmar Mendes mentiu! E a oposição caça uma crise

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PSDB, PPS, DEM e PSOL, a oposição unida caça uma crise.

O ex-presidente Lula divulgou ontem nota oficial desmentindo Gilmar Mendes. Com o justo tom da indignação.


A conversa aconteceu dia 26 de abril no escritório do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim. 


Jobim desmentiu a versão falsa de Gilmar Mendes, mas a chamada grande imprensa não deu destaque ao desmentido da única testemunha da conversa.

Lula e a única testemunha, Nelson Jobim, negaram o teor da conversa. São dois contra um. Com um pequeno detalhe:
#BrasilConfiaEmLula.




Leia aqui a nota oficial de Lula e saiba como o Nelson Jobim está sendo retaliado pela Veja.

A oposição ao governo federal e a Lula, aproveitam a deixa para tentar trazer Lula para a lama que envolve Cachoeira e a revista Veja. 


Bem unidos, PSDB, DEM, PPS e PSOL, protocolaram ação na Procuradoria Geral da República pedindo instauração de inquérito policial e de ação penal contra Lula pelos crimes de coação, tráfico de influência e corrupção ativa.


A oposição tentar achar uma crise. Não adianta: #BrasilConfiaEmLula.

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A nota oficial de Lula sobre reportagem da Veja:
Sobre a reportagem da revista Veja publicada nesse final de semana, que apresenta uma versão atribuída ao ministro do STF, Gilmar Mendes, sobre um encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 26 de abril, no escritório e na presença do ex-ministro Nelson Jobim, informamos o seguinte:

 1. No dia 26 de abril, o ex-presidente Lula visitou o ex-ministro Nelson Jobim em seu escritório, onde também se encontrava o ministro Gilmar Mendes. A reunião existiu, mas a versão da Veja sobre o teor da conversa é inverídica. “Meu sentimento é de indignação”, disse o ex-presidente, sobre a reportagem.

 2. Luiz Inácio Lula da Silva jamais interferiu ou tentou interferir nas decisões do Supremo ou da Procuradoria Geral da República em relação a ação penal do chamado Mensalão, ou a qualquer outro assunto da alçada do Judiciário ou do Ministério Público, nos oito anos em que foi presidente da República.

 3. “O procurador Antonio Fernando de Souza apresentou a denúncia do chamado Mensalão ao STF e depois disso foi reconduzido ao cargo. Eu indiquei oito ministros do Supremo e nenhum deles pode registrar qualquer pressão ou injunção minha em favor de quem quer que seja”, afirmou Lula.

 4. A autonomia e independência do Judiciário e do Ministério Público sempre foram rigorosamente respeitadas nos seus dois mandatos. O comportamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o mesmo, agora que não ocupa nenhum cargo público.


Assessoria de imprensa do Instituto Lula
***
Nassif: a retaliação de Veja a Jobim

Os fins de ciclo costumam ser profundamente didáticos. O final da hegemonia expõe gradativamente os vícios do modelo anterior, as práticas condenáveis, movidas pelo desespero, típicas de períodos de decadência.
Em 2008, na série “O Caso de Veja”, mostrei como  se processa esse modelo de criação e destruição de reputações. Montam-se jogadas, artimanhas, estratégias. Quem não se enquadra ao comando da publicação imediatamente é alvo de represália.
Hoje em dia, com a revista em pleno foco, com suas práticas sendo acompanhadas com lupa por toda a opinião pública – devido às ligações com a organização criminosa de Carlinhos Cachoeira – iniciam-se as represálias contra Nelson Jobim. Unicamente porque não endossou a reportagem e expôs a mentira da revista.
Não há sutileza, visão estratégica, análise de crise. Há apenas a truculência, a falta de sofisticação nas ações, o prendo-e-arrebento midiático.
Por  Lauro Jardim
Radar on-line
com Robson Bonin, Thiago Prado e Severino Motta
Longe do Jobim
Reunião cancelada
Nelson Jobim já andava queimado no PMDB por causa das críticas que fez ao partido no último dia 17 deste mês, durante o 2º Fórum Nacional – o PMDB e as eleições municipais 2012. Na presença dos principais caciques peemedebistas, Jobim tratou o PMDB como uma sigla “sem opinião, sem cara e sem voz”, um partido sem projeto nacional, simples “homologador” do PT.
Agora, depois de emprestar o escritório para o polêmico encontro de Lula com Gilmar Mendes, Jobim virou uma espécie de leproso. Nenhum cacique quer chegar perto de Jobim nesse momento. Tanto que a bancada peemedebista do Senado cancelou hoje a reunião que teria nesta quarta-feira com Jobim para discutir o pacto federativo.
Por Lauro Jardim

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