Como os ‘ dissidentes’ de Cuba seriam tratados em outros países?

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A verdade sobre o “preso político” cubano, que morreu por causa de uma greve de fome quando da viagem do presidente Lula à ilha. É da associação dos escritores e artistas:

“Enquanto a Feira do Livro percorria nosso país de ponta a ponta e centenas de médicos cubanos salvavam vidas no Haiti, foi se gestando uma nova campanha contra Cuba. Um criminoso comum, com um histórico comprovado de violência, tornou-se “prisioneiro político” e declarou-se em greve de fome para que lhe fossem instalados telefone, cozinha e televisão na cela. Incentivado por pessoas sem escrúpulos e apesar de tudo que se fez para prolonga sua vida, Orlando Zapata Tamayo morreu e foi transformado em um lamentável ícone da maquinaria anticubana”.

Agora, veja abaixo, como um verdadeiro “preso político”, isto é, um “dissidente” seria tratado ao redor do mundo:

‘”O Código Penal dos Estados Unidos prevê uma pena de 20 anos para quem preconize a derrubada do governo ou da ordem estabelecida. Estipula 10 anos de prisão para quem emita “falsas declarações”, com o objetivo de atentar contra os interesses dos Estados Unidos em suas relações com outra nação. E pena de três anos para quem “mantenha (…) correpondência ou relação com um governo estrangeiro (…). com a intenção de influir em sua conduta (…) a respeito de um conflito ou uma controvérsia com os Estados Unidos”.

O Código Penal espanhol castiga com pena de 4 a 8 anos a quem “mantiver relações de inteligência ou relação de qualquer gênero com governos estrangeiros (…), a fim de prejudicar a autoridade do Estado ou comprometer a dignidade ou os interesses vitais da Espanha”. Prevê pena de 10 a 15 anos aos responsáveis por crime de “rebelião”, aplicado a quem se “levante violenta e publicamente” com objetivos como: derrubar ou modificar a Constituição, destruir ou suprimir faculdades do rei da Espanha.

A França castiga com pena de até 30 anos e multa de € 450 mil “o feito de manter relações de inteligência com uma potência estrangeira, (…) com vistas a sucitar hostilidades ou atos de agressão contra a França”.

A Itália sanciona com pena entre 3 e 10 anos o ” cidadão que, inclusive indiretamente, receba (…) do estrangeiro (…) dinheiro ou qualquer outro artigo (…) com o objetivo de cometer atos contrários aos interesses nacionais”, com um incremento de pena se “o dinheiro (…) se entrega ou se promete mediante propaganda na imprensa”.’

Em qualquer um dos citados países, e em outros não mencionados, os denominados “dissidentes” cubanos receberiam, então, penas muito superiores que aquelas recebidas por seus delitos em Cuba. Contra todos eles (os dissidentes), ficou provado o recebimento, direto ou indireto, de fundos do governo dos Estados Unidos e colaboração com a política de guerra contra a ilha. Ser preso político, como se pode ver, não é sinônmo de delito de opinião


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  1. Obrigado Bordalo pelo compromisso com a verdade e o esclarecimentos dos fatos. Não dá mais para a população ser refém desses políticos travestidos de jornalistas.

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  2. é por postagens assim que a blogsfera cresce como alternativa à grande imprensa hidrófoba e mentirosa. Como dizia Raulzito: mentir sozinho eu sou capaz.

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  3. Deputado,
    Espero que vcs petistas continuem assim e levem a cossa do Serra na eleição. Como o governador faz questão de lembrar a Dilma não segura o PT como o Lula, ainda mais sendo umaex-terrorista.

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  4. Então quer dizer que o Lula tava certo: é um preso comum mesmo. Um ladrão, um agressor, um meliante!
    Maravilhosa essa informação pra td saber que no mundo dito democrático também se punem traidores da nação.

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Notícias sobre a atuação parlamentar do Deputado Estadual Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Pará.

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