Belém é a 10ª cidade mais violenta do mundo. Do blog do Zé Carlos

Desejo uma boa e produtiva semana!

Hoje é o penúltimo debate das prévias do PT e tem sido muito ouvir e conversar com a militância do PT. O debate de hoje é no DASAC, na Casa de shows A Pororoca. Endereço: Av. Senador Lemos, próximo ao IT Center. Bairro da Sacramenta. Às 18 horas.

Ontem, o jornal Diário do Pará publicou a violência na Região Metropolitana de Belém (RMB) e um dos fatores de agravamento da violência é a situação da colônia Heleno Fragoso, que estamos denunciando há tempos. A violência está explodindo em Marituba, com 12 assasssinatos e cinco execuções em cinco dias.

Cadê a atuação do governo Jatene?

Aproveito para publicar duas notícias, colhidas de outros blogs.
 
O primeiro é do blog do Zé Carlos: Belém é a 10º cidade mais violenta do Mundo 

Uma ONG mexicana, “Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal”, classificou Belém como 10º cidade mais violenta do Mundo. As autoridades paraenses discordaram, segundo o secretário de segurança pública do Pará os números correspondem a região metropolitana. Se for verdade, em que isto muda a realidade?
Quem não mora em Belém pode ser vítima de violência que não tem problema? Basta a violência mudar de cidade que está resolvido o problema?

O presidente do Sindicato dos Delegados, o petista João Moraes, contesta aos dados, mas sem qualquer prova ao contrário, apenas com evasivas. João Moraes é corporativista e quer apenas justificar seus vencimentos perante os colegas sem se preocupar com a sociedade.

O fato é que Belém está insegura, com assaltos, drogas e execuções todos os dias, sem que o sistema de segurança pública paraense apresente soluções para o recuo dos índices de crimes diários.

Os números mexicanos podem ser contestados, mas quero ver contestar os números da ONG brasileira, Instituto Sangari, que trabalha para o Ministério da Justiça. Acesse o Mapa da Violência e confira.

A violência urbana é uma terrível realidade brasileira estimulada pelos índices de pobreza e pela droga.

Aqui neste espaço venho denunciando as execuções diárias de jovens da nossa periferia e ninguém faz nada.

Mataram os adolescentes em Icoaraci, a Polícia prendeu um ex-policial para dar satisfação, mas as mortes continuaram. Do Pró-Paz só o que funciona é a delegacia especializada em registrar violência sexual contra menores e a mulheres, o resto é apenas propaganda para projetar novos políticos.

A unidade implantada na Terra Firme é mais um jogo de publicidade, pois todas as vezes que um Governador precisa dar satisfação para sociedade corre para Terra Firme, faz umas fotos, grava um vídeo e o negócio está feito, mas a realidade continua a mesma.

O Partido Verde, através da Fundação Herbert Daniel, mergulhou fundo
no tema e apresentou propostas para combater a violência que atinge
jovens pobres, semi-analfabetos, negros e moradores das periferias sem
urbanização. Realizamos debate de grande importância transmitido pela
Internet e publicado em nossa revista de pensamentos – Para baixar e
acessar a matéria, clique em “Revista Pensar Verde”. – agora vamos
transformar tudo em propostas de políticas públicas e apresentar a
sociedade.

Belém é sim uma cidade violenta, não importa
em que lugar ela se encontra no ranking, devemos admitir esta verdade
para combatê-la e não esconder os fatos para tentar enganar, mais uma
vez, a população paraense.

 —–

O segundo é do blog da Arte Bancária do Pará:  

O Banpará não está à venda! É orai, lutai e vigiai!!!

Blog do Bordalo BanparaBB

Clique na imagem acima para ler esta notícia que está no jornal Diário do Pará de ontem, domingo 15/01/12.

Trata sobre a presumível venda do Banpará para o Banco do Brasil por 800
a 900 milhões de reais, uma bagatela em se tratando de um banco com
presença em todo o Estado e uma excelente performance.

Vender o Banpará é um contransenso administrativo e um ataque político à
luta do funcionalismo e da sociedade paraense, que optaram pagar 30
anos pela capitalização do Banpará, em 1998, ao invés de jogá-lo para a
privatização ou liquidação. E o banco, como uma instituição pública, vem
dando respostas positivas ao Pará (cresceu muito no governo Ana Júlia e continuou crescendo no 1º ano do governo Jatene. Então, vender pra quê. por quê?)

Este blog vem denunciando que há uma clara intenção e decisão do governo Jatene em privatizar o setor público, aí incluído o Banpará. Isso está expressado no projeto de lei 210/2011, o das PPP’s,
as tais Parcerias Público-Privadas que, no Brasil, têm sido arranjos
para diminuir ou arrasar direitos dos trabalhadores e ampliar a
terceirização, diminuir o papel e a responsabilidade do Estado. O
projeto foi adiado, graças à mobilização movimento sindical e popular,
combinado com negociação parlamentar.

Falamos há pouco com o diretor de crédito do Banpará, Jorge Antunes, que
se disse surpreso com a “informação” plantada no Diário do Pará sobre a
dita venda. E que ainda hoje, a diretoria do Banpará se posicionará
sobre a nota.

Em qualquer governo do Estado, o Banpará sempre encontrou adversários no
meio dos governos. Sempre aparece um “iluminado” querendo vende o banco
inteiro, ou parte de suas carteiras. Por isso, o funcionalismo está
sempre mobilizado, lutando contra o fantasma da privatização,
federalização, venda. Quando a gente pensa que a vida retomou seu curso
normal, eis que bate o sobressalto, desta vez, gerado pela imprensa
aliada do governo Jatene – no caso, o Diário do Pará.

Para este blog e a diretoria da FETEC-Centro Norte, vender o Banpará é
um ataque ao desenvolvimento do Pará, mais um ataque à sociedade paraense
e ao bravo funcionalismo do Banpará.

Ainda hoje  a FETEC-Centro Norte se reunirá com o Sindicato dos
Bancários do Pará, com a Afbepa e a Frente contra a Privatização do
Pará, para articular as estratégias de defesa do Banpará, do
desenvolvimento do Estado e dos direitos dos trabalhadores bancários do
Banpará.

Nenhuma privatização a mais em nossas vidas e de nossas famílias! Nemhum direito a menos!

Fiquemos juntos e com o alerta máximo ligado.

Agora, mais do que nunca, é orai, lutai e vigiai! 

Faça contato: 91.8198.4005 (Heidiany)// 91.8832.1354 (Vera Paoloni)

Leia também sobre o assunto no blog da Afbepa


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