Nota de solidariedade às famílias de Brumadinho, Minas Gerais

Foto: Brasil de Fato / Mauro Pimentel

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O
Deputado Estadual, Carlos Bordado (PT-PA), lamenta as perdas de
vidas humanas e danos ambientais causado pelo rompimento da barragem
da mina Córrego do Feijão da mineradora Vale S/A, ocorrido na
última sexta-feira (25) em Brumadinho (MG), e 
expressa sua solidariedade aos trabalhadores, famílias e comunidades atingidas.

Este trágico
episódio 
ocorre há cerca de 20 dias de completar um ano do
vazamento de rejeitos químicos da empresa Hydro Alunorte, que
contaminou rios e igarapés de comunidades tradicionais em Barcarena
(PA), e há três anos do maior crime ambiental do país, quando a
barragem em Marina (MG) rompeu matando 19 pessoas, novamente
envolvendo a empresa Vale S/A juntamente com a BHP Billiton.
As notícias informam que até o momento em Brumadinho 37 pessoas foram encontradas sem vida e ainda
há 287 desaparecidas. O rompimento da barragem desencadeou uma avalanche
de lama de rejeitos químicos, por onde passou devastou povoados e
causou a maior tragédia de perdas de vidas humanas já registrado no
país.
É
importante destacar que esta é de fato uma tragédia, mas não pode
ser considerado um acidente. Nesse sentindo é importante uma
rigorosa apuração para se identificar a responsabilidade dos
agentes envolvidos.
O que ocorreu em Brumadinho é um alerta aos discursos feitos pelo atual governo federal em querer flexibilizar normas e regimentos legais de proteção ao meio ambiente. Não
é possível julgar a legislação ambiental como um entrave ao desenvolvimento do país,
principalmente quando nos deparamos com os dados da Agência Nacional
de Águas (ANA), no qual apontam que existem 24 mil barragens
espalhadas pelo país e destas 42% não apresentam qualquer autorização,
outorgar ou licença, para operar.

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