Deputado Bordalo apoia comunidade da Escola Bosque


Decisão da SEMEC e
da direção da Fundação Escola Bosque, de fechar o Curso Técnico em Meio
Ambiente oferecido pela escola e consequentemente, anunciar o fim do ensino
médio. D
eputado
estadual Carlos Bordalo, durante pronunciamento na tribuna da Assembleia
Legislativa do Pará (Alepa), nesta quarta-feira (12). 



Apoia professores,
alunos e a comunidade de Outeiro a denunciarem e pedirem providências, em
caráter de urgência. 
É importante relembrar aqui, que a
iniciativa para a criação da Escola Bosque partiu das aspirações e da
mobilização da comunidade do Outeiro cuja a população é predominante de
famílias de baixa renda, que se conscientizaram sobre a necessidade de
preservar o meio ambiente, propiciando a seus filhos e a si próprios uma
educação integrada à natureza da região.



A escola implantada há mais de 20 anos
tem como objetivo principal contribuir para a formação de uma nova ética social
e ambiental, aliando a preocupação com os problemas globais ligados ao processo
de degradação do meio ambiente, aos problemas cotidianos, resultantes da ação
predatória do homem, tendo como horizonte a afirmação da cidadania. 



Enquanto
centro de referência, é finalidade da Escola Bosque é fomentar a educação ambiental
em caráter formal e não formal.
Diante disso parece extremamente
contraditório com a missão e o propósito da escola, a
decisão de não ofertar matrículas em 2019 para o curso Técnico em Meio
Ambiente, cuja escola é referência em educação ambiental. 



Com o fim deste
curso, automaticamente, encerra-se também o ensino médio que é ofertado na
escola há pelo menos 20 anos, tornando a escola Bosque, uma escola comum.

O parlamentar se
solidariza com a comunidade escolar e a população de Outeiro no sentido de impedir
essa arbitrariedade que é totalmente contrária ao desejo e aos interesses
daquela comunidade.

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