Seis mulheres morrem a cada hora em todo o mundo vítimas de feminicídio por conhecidos, diz a ONU. O índice foi destacado pelo deputado estadual Carlos Bordalo, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Alepa, lembrando que dia 25 de novembro é o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher. Instituída […]

Deputado destaca Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher

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Seis mulheres morrem a cada hora em todo o mundo vítimas de feminicídio por conhecidos, diz a ONU. O índice foi destacado pelo deputado estadual Carlos Bordalo, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor da Alepa, lembrando que dia 25 de novembro é o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher. Instituída em 1999, a data tem como objetivo promover a reflexão sobre a condição de violência na qual vive parte considerável das mulheres no mundo. 
Um total de 87 mil mulheres foram vítimas de feminicídio em 2017, segundo relatório publicado neste domingo pelas Nações Unidas. Mais da metade (58%), cerca de 50 mil, foram assassinadas por conhecidos – seus companheiros, ex-maridos ou familiares. Isso significa 6 feminicídios cometidos por conhecidos a cada hora.

“No mundo todo, em países ricos e pobres, em regiões desenvolvidas e em desenvolvimento, um total de 50 mil mulheres são assassinadas todo ano por companheiros atuais ou passados, pais, irmãos, mulheres, irmãs e outros parentes, devido ao seu papel e a sua condição de mulheres”, denunciou o parlamentar, citando o relatório.

O documento, elaborado pelo Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (Onudd), indica que os assassinatos de mulheres por parte dos seus companheiros faz com que o lar seja “o lugar mais perigoso para as mulheres” e “é frequentemente a culminação de uma violência de longa duração e pode ser prevenida”.

Recentemente, o deputado Bordalo aprovou na Alepa um projeto de lei para promover o empoderamento feminino nas escolas. A Semana do Empoderamento Feminino foi sancionada pelo governador do Estado e deve ser implementada a partir de 2019 (saiba mais aqui). Bordalo também possui outros projetos de proteção e apoio às mulheres, que estão aguardando entrar em pauta na Casa Legislativa (leia mais aqui). 

Comparação entre regiões

Em termos de distribuição geográfica, a África e as Américas são as regiões em que há mais risco de as mulheres serem assassinadas por companheiros e familiares.

Na África, o índice é de 3,1 vítimas a cada 100 mil mulheres. Nas Américas, o número cai para 1,6 vítima. A Oceania acompanha o índice mundial, de 1,3 mulher vítima de feminicídio por conhecidos a cada 100 mil. Os índices mais baixos estão na Ásia, com 0,9 a cada 100 mil, e na Europa, 0,7 a cada 100 mil.

Igualdade de gênero

“As mulheres continuam pagando o mais alto preço como resultado dos estereótipos de gênero e desigualdade”, afirma o documento “Assassinato de gênero de mulheres e meninas”.

A ONU considera que um “aspecto crucial” para enfrentar o problema é envolver os homens na luta contra o feminicídio e “desenvolver normas culturais que se afastem da masculinidade violenta e dos estereótipos de gênero”.

Entre outros assuntos, se menciona como uma boa política de prevenção a “educação precoce de meninos e meninas, que promova a igualdade de gênero e ajude a quebrar os efeitos negativos dos papéis de gêneros estereotipados”.
Com informações do G1. 

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