O ex-governador Simão Jatene, como tucano que é, revôou da reunião que teria com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, em Brasília. “Vestiu as calças”, como diz o povo. Bem no instante em que o coerente Almir Gabriel jurava que já estava pavimentado o caminho dele próprio para a segunda derrota a sofrer […]

Nenhum acordo entre os tucanos

O ex-governador Simão Jatene, como tucano que é, revôou da reunião que teria com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, em Brasília. “Vestiu as calças”, como diz o povo. Bem no instante em que o coerente Almir Gabriel jurava que já estava pavimentado o caminho dele próprio para a segunda derrota a sofrer para os petistas ano que vem.
Jatene luta pela candidatura. Tem apoios internos para isso, além da melhor avaliação entre tucanos nas pesquisas de intenção de voto . Tem direito a tentar o que Almir lhe retirou em 2006.
Mas, a guerra vai ser de foice, basta ver o que disse hoje da tribuna o deputado Martinho Carmona. Em linhas gerais, chamou Jatene de preguiçoso por ter mais tempo para pescar do que disposição para visitar os municípios, qualidade que, segundo o colega pastor, teria de sobra Gabriel.
Está certíssimo o jornalista Paulo Bemerguy: “O PSDB, vocês sabem, não passa de um partido de expectativas”.

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  1. Do Na Ilharga.blogspot.com:

    Dedo na ferida.
    Depois de admitir a possibilidade de intervenção federal no Pará, o Tribunal de Justiça do Estado volta ao centro do debate sobre a questão fundiária, desta vez como réu. O Conselho Nacional de Justiça questiona o nosso TJE o porquê de ele manter engavetados cerca de duzentos processos referentes a crimes contra trabalhadores rurais.
    Por outro lado, o governo do estado acusa o nosso judiciário de ignorar, também, os inúmeros pedidos de anulação de títulos de terra que teriam sido griladas. Ou seja, paira no ar a sensação de que o tratamento dispensado não prima pela equidistância, fundamental para a função de julgador, quando o assunto é a questão agrária usando-se de dois pesos e duas medidas. Pelo posionamento do CNJ, percebe-se que a nota do PT, em solidariedade ao MST, não era tão improcedente quanto acusaram as entidades empresariais que contestaram a nota e solidarizaram-se com o TJE. Antes, ao contrário, a dita nota cobra do nosso tribunal o mesmo que o conselho cobra e pelo qual o tribunal deve se manifestar prestando os esclarecimentos pertinentes. Não ao PT, mas à sociedade paraense.

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  2. Será que o Almir acalma o Viquinho?

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  3. QUEM USA QUEM? JÁDER O VIC, VIC O JÁDER, ALMIR O VIC OU JÁDER O ALMIR?

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  4. Ei Bordalo!!
    Como se explica a SEMA povoada de tucano!!Secretário Adjunto(filhote do DUDU)Chefe de Gabinete(trabalhou pessoalmente na campanha do Nilson Pinto)Lúcia Porpino(Diretora de Licenciamento)

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