Qual a legitmidade que o Tribunal tem para dizer que o PT não respeita as instituições dmeocráticas (leia nota acima)? Se somos o partido que, pelo sufrágio universal, dirige a República, o estado do Pará, temos a segunda maior bancada de deputados federais e nunca se fez cumprir tanta reintegração de posse na história paraense […]

TJE não tem legitimidade para se meter em questões políticas

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Qual a legitmidade que o Tribunal tem para dizer que o PT não respeita as instituições dmeocráticas (leia nota acima)? Se somos o partido que, pelo sufrágio universal, dirige a República, o estado do Pará, temos a segunda maior bancada de deputados federais e nunca se fez cumprir tanta reintegração de posse na história paraense quanto na administração petista?

O TJE, achando que fala pelo povo, embora seja um poder não-eletivo, diz que “não mais tolera os métodos violentos dos que pretendem alcançar seus objetivos, sejam eles quais forem, através da implantação de um regime de terror e intimidação”. Em que se baseia? Nas imagens do Carlos Xavier? Porque, com certeza não é “pelos fatos presentes nos autos do processo, sem qualquer viés ideológico”, pois a Polícia Civil não concluiu o inquérito e afirmou taxativamente que não há indícios de participação do MST.

Se, de verdade, cumprisse sua atribuição “com equilíbrio e serenidade inerentes à Magistratura, a sua função e dever Constitucional de prover a Justiça e promover a segurança jurídica” – como diz na nota – julgaria com celeridade o pedido de cancelamento de 5 mil títulos ilegais de terra, correspondentes a mais de 100 milhões de hectares grilados, verdadeira origem dos conflitos agrários.

O Tribunal que, repito, não é eleito, deve portanto explicar esses fatos à sociedade e sim ao PT, que é o partido votado pela maior parte do povo desse país.

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  1. Imagina!
    Um bando de senhores que se aposentam por velhice e entram por indicação política atacar o PT que é eleito.
    Só no mundo deles, onde eles não são funcionário públicos, mas nobres do 2o Estado.

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  2. Em nenhuma democracia séria do planeta, um Tribunal escreve uma nota respondendo politicamente a um partido político, rasgando toda a imparcialidade, independência, autonomia e isenção que, s enão são verdades de fato, é da tradição pelo menos aparentar. É um código institucional.

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