No final do artigo, mais idiossincrasias. Primeiro fala que está em vigor “um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos”. “Nossos” quem? Dos tucanos ou dos 80% que aprovam o presidente Lula? É o cúmulo do autoritarismo, sim, achar-se, […]

Idiossioncrasias de um apavorado

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No final do artigo, mais idiossincrasias.

Primeiro fala que está em vigor “um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos”. “Nossos” quem? Dos tucanos ou dos 80% que aprovam o presidente Lula? É o cúmulo do autoritarismo, sim, achar-se, do alto de quem compõe os míseros 6% que reprovam o governo do PT, a opinião correta. E o Brasil se não é mais democrático é porque a turma de FH ainda domina a economia e a mídia. E, com certeza, esses 80% não comungam dos “ideais democráticos” de querer enquadrar o MST, por exemplo, na Lei de Segurança Nacional, espólio da ditadura, que FHC quis lançar mão em 2000.

Depois se queixa do PAC assim: “Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União”. Puro pavor eleitoral, já que a maioria das obras está em andamento e não será permitido corte delas no Orçamento do ano que vem.

Aqui revela seu ponto de saturação, onde cortaria, literalmente, os pulsos, que seria o ingresso do Brasil, como membro permanente, no Conselho de Segurança da ONU: “Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil”.

E no fim a pérola do que seria a atual “hegemonia” e o medo de 2010: “Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições”. Se ainda temos partidos fracos, é porque demos e tucanos barraram a reforma política.

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