Só pode ser excesso de certeza de que voltarão ao Palácio dos Despachos o barraco que os tucanos paraenses armaram no gabinete do senador Sérgio Guerra, em Brasília. Com certeza, não leram direito a última pesquisa pública e com credibilidade divulgada no blog do Vic, onde Jáder e Ana Júlia dividem a dianteira e Simão […]

Choque no ninho reflete inviabilidade eleitoral


Só pode ser excesso de certeza de que voltarão ao Palácio dos Despachos o barraco que os tucanos paraenses armaram no gabinete do senador Sérgio Guerra, em Brasília. Com certeza, não leram direito a última pesquisa pública e com credibilidade divulgada no blog do Vic, onde Jáder e Ana Júlia dividem a dianteira e Simão Jatene aperece “na cintura” do levantamento.

A verdade também é que a correria para ver se a presidência local é do senador Flexa ou do deputado Zenaldo não vai se definir tão cedo, porque Sérgio Guerra não tem moral para enquadrar um estado se sequer consegue selar um acordo entre Serra e Aécio. Só que o desespero de pedir arrego ao senador pernambucano demonstra que essa guerra local não terá fim, para o bem do povo do Pará, que assistirtá de camarote seus inimigos se digladiando pelos jornais.

Os problemas são muitos, além da falta de popularidade, claro. Almir Gabriel, aposentado em 2006, apesar dele não ter ainda consciência disso, está disposto até a se inscrever nas prévias internas para constranger Simão Jatene. O PSDB também se divide se quer ou não aliança com Jáder e vai observando, com um número reduzidíssimo de prefeitos, com deputados dissidentes e desfiliações em massa, o PT e o Governo costurarem uma ampla aliança.

É também certo, apesar dos discursos negando o óbvio, que, vença quem vencer, a facção derrotada boicotará a outra. Esse é o ingrediente que vai aprofundar o conflito interno deles: saber que estão dia a dia perdendo a viabilidade eleitoral.
Mas, o principal problema, leitores, é que eles não tem projeto para o estado do Pará a não ser duas ou três obras turísticas feitas no passado, foram rejeitados nas urnas em 2006 com um candidato que consideravam (e pensavam que povo também) um mito, continuam em baixa com a população e estão completamente desbaratinados, mas arrogantes que são, a exemplo dos seus congêneres nacionais, acham que definirão a eleição na base do carisma. Ledo engano. Quando a campanha começar e os números e nomes das realizações do Governo Popular começarem a tomar o domínio público, a derrota os abaterá novamente, porque terão de enfrentar o que não possuem: comparativo das gestões, idéias e propostas.

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  1. gostaria de conhecer o projeto para o estado da DS/PT

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  2. Deputado, por essa eles não esperavam, parabéns por dizer essas verdades e tratar esa tucanalhada como merecem.

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  3. Bordalo,

    Tua análise tá mais que correta, não tinha ainda pensado por esse lado. Nossos inimigos estão muito pior do que pensava e o melhor dre tudo é que não estão percebendo nada.

    Abração, Sérgio Porto

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