Apesar de a ONU, a OEA, a União Euroéia, os Estados Unidos, sem falar no governo brasileiro, a grande imprensa, Globo e Folha de São Paulo à frente, com reprodução nos jornais televisivos, impressos e virtuais locais, até na blogosfera mais conservadora, continua a tratar a ditadura hondurenha de “governo de fato”, ainda que tenha […]

A verdade sobre Honduras

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Apesar de a ONU, a OEA, a União Euroéia, os Estados Unidos, sem falar no governo brasileiro, a grande imprensa, Globo e Folha de São Paulo à frente, com reprodução nos jornais televisivos, impressos e virtuais locais, até na blogosfera mais conservadora, continua a tratar a ditadura hondurenha de “governo de fato”, ainda que tenha sido decretado de madrugada, na calada da noite, o estado de sítio e fim da liberdade de imprensa. Hoje pela manhã, Alexandre Garcia, no Bom Dia Brasil, chegou a justificar uma possível invasão militar à embaixada brasileira, ao dizer que o Brasil não reconhe o governo, logo não há “zona diplomática”. É o pior dos mundos!

O que articulistas e meios de comunicação não dizem é que Honduras só ganhou a importância que ostenta por estar confortavelmente implantada acima de uma reserva petrolífera considerável. A confirmação do potencial energético se deu por estudos de uma empresa norueguesa há um ano, a pedido do presidente Zelaya. Aqui reside o impasse.

Aos juristas de direita ou incautos que afirmam a “legalidade do golpe”, é preciso que saibam além disso aí em cima, que a consulta à população sobre um segundo mandato, não para o presidente, mas como instituto democrático (assim como no Brasil, EUA, Espanha etc), era informal. Então, o tal artigo que criminaliza uma proposta de reeleição não caberia neste caso. O golpe não teve nada a ver com isso, mas sim com um outro ítem da consulta popular: previa que os recursos naturais de Honduras não poderiam ser entregues para outros países. Antes, Zelaya havia acionado judicialmente as empresas estadunidenses que vendiam petróleo caro a seu país.

A todos os “condenscendentes” que repetem o que a mídia diz sobre esse assunto, vale a lembrança dos carros da Folha transportando presos políticos da ditadura, o surgimento da Globo pelas mãos dos militares e num negócio internacional ilegal pela legislação da época e o não só apoio ao golpe contra Goulart pelo Estadão, como sua anterior campanha contra o monopólio sobre o petróleo pelo Brasil. São os mesmos. Hoje é “governo interino”, ontem foi a “ditabranda”.

Sugiro que você leia Os interesses econômicos que sustentam o golpe em Honduras, para entender melhor o assunto que uns fazerm questão de confundir.


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  1. Senhor deputado, me chamo Frank Oliveira de Souza,Sou bacharel em Física pela UFPA. Prestei concurso público para sespa c-131 hospital regional de Santarém em que fui classificado em segundo lugar, considerando que havia duas vagas no edital porém, o hospital foi terceirizado o que impossibilita a nomeação dos classificados. Como o senhor legítimo representante do povo poderia nos ajudar e tentar dá uma solução para nós concursados do hospital regional de Santarém.Quero ainda parabenizá-lo pela eficiência da sua secretária parlamentar Alba Cardoso, que tem demonstrado atendimento respeitoso aos milhares de eleitores que procuram o gabinete de vossa excelência. Um abraço do companheiro Frank Oliveira de Souza.

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  2. Quero lhe parabenizar pela excelente e competente secretária parlamentar Alba Cardoso. Um abraço do físico Frank OLiveira de Souza.

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